| "Dead
Space" foi umas das grandes novidades lançadas pela
Electronic Arts em 2008 e logo o jogo de terror espacial começou
a render frutos, com o anúncio de um título inédito
feito especialmente para o Wii. O nome deste novo projeto é
"Dead Space: Extraction" e, diferentemente do original,
se trata de um jogo de tiro "on rails" - mais ou menos
como os antigos jogos de pistola - na linha de "Resident
Evil: The Umbrella Chronicles" e "The House of the Dead:
Overkill".
Ao
contrário do que se espera, "Dead Space: Extraction"
não é uma continuação, e sim um prólogo
para os eventos mostrados tanto em "Dead Space" quanto
no filme de animação "Dead Space - A Queda".
Agora é possível conhecer todos os detalhes dos
acontecimentos que causaram a infestação da nave
Ishimura por criaturas demoníacas - sob a perspectiva de
uma nova heroína.
Como
o jogo é focado nos tiroteios, muita ênfase foi dada
ao arsenal sob controle do usuário. Cada armamento possui
dois tipos de ataques - um primário e um secundário
- que devem ser alternados de acordo com as características
de cada inimigo. Por falar nas ameaças, os monstros podem
ser destroçados utilizando um sistema de desmembramento
bastante similar ao visto no "Dead Space" original.
Sangue é o que não falta.
Os
sensores de movimento do Wii não servem apenas para mirar,
atirar ou mudar de direção. Uma característica
interessante em "Dead Space: Extraction" é o
uso do "Glow Worm", uma espécie de tubo de luz
fluorescente que é ativado ao balançar o Wii Remote.
Como seu uso é temporário, é necessária
coordenação para iluminar pontos críticos
da nave - que podem esconder surpresas terríveis - e mirar
ao mesmo tempo.
Alguns
elementos de investigação também estão
presentes entre as várias trocas de tiros e pancadas. Combinando
ações entre o Wii Remote e o Nunchuk, o jogador
deve escolher entre caminhos alternativos pela nave e resolver
alguns enigmas - como religar a energia em painéis de fusíveis
ou hackear computadores. Também é prudente utilizar
alguns dos poderes especiais da protagonista durante o curso da
investigação, como o uso de telecinese para mover
objetos distantes.
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