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Ficha
Técnica
Desenvolvedora:
Nintendo
Lançamento: 20/11/2011
Distribuidora: Nintendo
Suporte: 1 jogador
Gênero: RPG
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Considerações:
Evolução.
Essa é a palavra que define “The Legend of Zelda:
Skyward Sword”. Da adição dos movimentos livres
com a espada (graças ao Motion Plus, acessório obrigatório)
aos elementos de RPG, o game marca um novo rumo numa das séries
mais fortes da Nintendo. Uma bela forma de comemorar os 25 anos
da franquia, além de ser um item obrigatório na
coleção de qualquer “nintendista”.
Introdução
Se o anúncio
de seu sucessor marca o fim dos lançamentos para Wii, só
a Nintendo pode dizer. Enquanto isso, os jogadores podem se concentrar
em "The Legend of Zelda: Skyward Sword" por um bom tempo.
“Skyward
Sword” oferece uma boa história, desafio e diversão
na medida certa tanto para novatos quanto para veteranos, que
vão passar muitas horas ao lado de Link e do povo de Skyloft,
a ilha suspensa nos céus que abriga a escola em que o herói,
Zelda e seus colegas estudam, e que é só o ponto
de partida para mais uma grande jornada.
Pontos
Positivos
Batalhas mais
estratégicas
Em "Skyward Sword", ao contrário dos "Zelda"
anteriores, os inimigos não reagem sempre da mesma forma
aos seus ataques.
Os monstros
estão ligados nos combates, e dificilmente você vai
derrotá-los da mesma forma duas vezes seguidas, por conta
dos movimentos de defesa de cada um. Até as criaturas que
não possuem armas vão buscar formas de atrapalhar
o seu progresso – como as plantas carnívoras, que
mudam a direção da mordida para complicar o trabalho
de Link.
Os chefes
são um desafio a parte, e aquela história de “acerte
o oponente com um item e depois com três espadadas”
cai por terra aqui. A sua velocidade na movimentação
do controle determina a quantidade de ataques, e a duração
da batalha muitas vezes varia de acordo com a agilidade no manejo
do Wii Remote.
Mais elementos de RPG
"Zelda" é uma série de aventura, com elementos
de ação e RPG. A influência do gênero
é forte em "Skyward Sword". Nas primeiras horas
do game você é apresentado a itens para melhorar
os equipamentos de Link, descobre que pode expandir a mochila
- item fundamental para armazenar poções e escudos
(dessa vez é possível carregar dois caso um “vá
para o espaço” durante os confrontos) e à
habilidade de Fi de analisar os oponentes, dando informações
sobre a criatura e dizendo quantas vezes você o derrotou
durante a jornada.
Um sistema
de missões paralelas completa o pacote, e os personagens
que oferecem “quests” são indicados por um
balão com reticências. Estas missões, aliás,
são bem variadas e certamente vão ocupar boa parte
do seu tempo – ainda mais se você é daqueles
que gostam de “fechar” o jogo com 100%.
Criaturas mais variadas
Jogadores veteranos de "Legend of Zelda" sempre reparam
nas criaturas que aparecem durante a jornada. “Skyward Sword”
traz algumas espécies novas bem interessantes, como os
simpáticos Kikwi, que produzem um som engraçado
ao conversar com Link, e os LD-301, que lembram robôs. Seres
conhecidos dos jogadores, como os Gorons, aparecem por aqui logo
nas primeiras horas, fazendo uma bela mistura entre o novo e o
antigo.
Link está mais versátil
Os anos ajudaram Link a evoluir algumas de suas habilidades: agora
o personagem pode correr quando quiser, sem precisar de uma bota
especial ou algo do gênero. Com isso vem a adição
da barra de resistência, que modifica um pouco a dinâmica
de jogo.
O acréscimo
dessa barra torna Link um pouco mais “real”: movimentos
que exigem força, como se pendurar em áreas com
folhas ou empurrar caixas, fazem com que ela diminua, e o mesmo
acontece ao correr por muito tempo. Caso o medidor fique vazio,
o protagonista cai – se estiver escalando – ou fica
ofegante e sem realizar ações mais bruscas (como
atacar) quando corre muito.
Link também
ganhou novos itens, que tornam o herói mais versátil:
A bomba, por exemplo, pode ser colocada no chão, arremessada
(com um movimento no Wii Remote) ou lançada como uma bola
de boliche. O besouro também é interessante, e pode
tanto reconhecer a área quanto carregar itens enquanto
o jogador movimenta o controle. Outro item curioso é a
rede, utilizada para capturar insetos, que você usa para
melhorar suas poções.
Alguns dos
itens, como a própria bomba e o arco de Link, tem movimentos
que lembram outro jogo bastante popular da Nintendo: "Wii
Sports", o que deve facilitar um pouco a vida dos jogadores
recém-chegados.
Evolução nas mecânicas de jogo
Além dos golpes com o MotionPlus e as novas ações
de que Link é capaz, "Skyward Sword" traz evoluções
técnicas nas mecânicas de jogo de "Zelda".
A bússola já está integrada ao mapa, e a
tradicional chave do chefe foi substituída por uma peça
que deve se encaixar em um espaço na porta, gerando um
pequeno quebra-cabeça antes da batalha – adições
que deixaram o jogo melhor, e será uma pena se a Nintendo
voltar ao velho esquema em jogos futuros.
O acréscimo
de Save Points dão nova dinâmica ao jogo. Ao invés
de voltar para o começo de um templo, você pode parar
a partida quando quiser, por conta de estátuas que permitem
gravar o progresso e retomar a aventura em um ponto específico.
Calabouços e desafios
O game segue a tradição de "Legend of Zelda"
e traz uma série de templos que devem ser desbravados por
Link, cada um ligado a um elemento: fogo, ar, terra e água.
Os templos são mais curtos do que em "Twillight Princess",
por exemplo, mas você deve passar por diversas missões
antes de acessar cada um deles, desde encontrar personagens perdidos
a reativar circuitos utilizando o Wii Remote como uma espécie
de chave, o que traz mais variedade e desafio à aventura.
Há
ainda missões nos céus de Skyloft, que rendem baús
de tesouro, liberados ao acertar caixas especiais espalhadas abaixo
das nuvens. Tornados e canhões de defesa surgem pelo caminho
para tornar seu voo mais turbulento. O game também conta
com um “sistema de busca” utilizando a espada para
encontrar personagens ou itens importantes, o que ajuda a não
perder a direção do objetivo.
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