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Alone
in the Dark Xbox 360 |
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Ficha
Técnica
Fabricante
: Éden Games
Lançamento : 24/06/2008
Distribuidora : Atari
Avaliação : Recomendado
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Idealizado
pelo francês Frédérick Raynal, o primeiro
"Alone in the Dark" foi um marco para a história
dos jogos. Além de ser o precursor do gênero de horror
de sobrevivência, inovou também por ser o primeiro
a combinar gráficos tridimensionais com cenários
estáticos e câmeras cinematográficas, que
acentuavam o suspense e criavam uma atmosfera de terror até
então nunca vista nos games. Após três continuações,
todas bastante inferiores ao primeiro jogo, o novo "Alone
in the Dark" (que não por coincidência mantém
o nome do original) tenta inovar o gênero novamente com
grandes idéias e conceitos, porém cai na mediocridade
devido uma série de falhas.
No novo episódio, você encarna novamente na pele
do detetive paranormal Edward Carnby em plena Nova York nos dias
atuais. Apesar das incongruências (o primeiro jogo se passava
no começo do século XX), a história está
superficialmente ligada aos eventos do jogo original e explica
certos buracos aparentes, o que o episódio anterior nem
se preocupava em fazer. Aqui Edward precisa desvendar o mistério
de uma profecia apocalíptica na qual ele é peça-chave,
mesmo sem saber de seu passado ou quem ele é, devido a
amnésia. Não bastassem as dúvidas, ele se
vê em meio a um verdadeiro inferno na Terra.
Embora o enredo seja bastante fantasioso, para não dizer
absurdo, ele não é ruim. Os personagens, que não
são muitos, tem papéis muito claros e tudo é
explicado num ritmo ideal. O mistério vai sendo aos poucos
desvendados, fazendo com que o jogador se sinta instigado pelo
passado obscuro do protagonista. A narrativa segue uma estrutura
bastante peculiar, dividida em episódios, como se fosse
um seriado de TV, com direito a vídeos de recapitulação
dos eventos decorridos e créditos no final de cada um dos
oito capítulos. Como em um DVD, você pode selecionar
o capítulo que quer jogar, sem obrigatóriamente
seguir a ordem cronológica dos eventos. Contudo, embora
a idéia seja boa, simplesmente não faz sentido começar
o game das últimas fases.
Cada
capítulo traz também uma série de "checkpoints",
que podem ser acessados a qualquer instante. Portanto, se você
travar em algum momento e não souber como resolver determinado
enigma, poderá simplesmente avançar o jogo para
o próximo "checkpoint", como se fosse um DVD.
No mais, você ainda pode jogar da maneira tradicional, salvando
e carregando sua partida. E tenha um bom divertimento.
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